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8 ferramentas de colaboração online para utilizar agora

 

 

As ferramentas de colaboração online se tornaram grandes aliadas após a implementação do modelo remoto de trabalho, e agora, com o modelo híbrido tomando a frente, essas ferramentas ainda se mostram muito úteis para o gerenciamento da equipe e de tarefas. 

Uma pesquisa realizada pelo McKinsey Global Institute, constatou que 28% do dia de trabalho é gasto lendo e respondendo e-mails. Se tratando de uma carga horária de 40 horas semanais, são 11 horas gastas por semana apenas nessa tarefa. 

Além disso, a mesma pesquisa mostrou que 19% do tempo é consumido procurando e coletando informações, ou seja, a falta de organização atrapalha a produtividade dos funcionários, que gastam mais tempo do que o previsto buscando informações que já poderiam estar estruturadas de forma otimizada. 

Parte desses e-mails, reuniões e buscas por informações podem ser solucionadas com o uso de ferramentas de colaboração online, criadas justamente para otimizar o tempo e melhorar a produtividade e comunicação dentro das organizações. 

Essas ferramentas chegaram para eliminar de vez o uso do pen drive e facilitar o compartilhamento de arquivos, além de compartilhá-los em segurança e melhorar a colaboração entre todos da equipe. 

Conheça abaixo oito das ferramentas de colaboração online mais conhecidas: 

Compartilhamento de arquivos 

  1. One drive 

The One Drive é uma plataforma online da Microsoft, em que é possível compartilhar e armazenar documentos, planilhas, apresentações, vídeos, músicas e fotos na nuvem. 

O acesso pode ser realizado através de smartphones (Android e IOS), ipad’s e computadores, e quando acessado por navegadores de internet, não é preciso instalar aplicativos ou programas para utilizá-lo. 

Como a ferramenta disponibiliza o armazenamento seguro desses arquivos na nuvem, eles não ocupam a memória do dispositivo e é possível acessar seus arquivos de qualquer lugar apenas fazendo login na sua conta do Hotmail ou Outlook. 

No plano pago, é possível criar, de forma ilimitada, senhas para proteger pastas e conteúdos específicos, definir uma data de expiração para links compartilhados e ainda contar com uma ferramenta que auxilia na recuperação de arquivos corrompidos. 

Além disso, é possível digitalizar páginas com o auxílio do celular, acessar arquivos offline, backup de pastas no PC, revogar acessos concedidos, ferramentas internas de busca e pesquisa, edição de PDF’s, entre outros. 

Para ser utilizado dentro do ambiente corporativo, investir nos serviços da Microsoft pode ser uma boa saída. 

2. Google Drive 

The Drive é uma plataforma criada pelo Google, muito semelhante ao One Drive quanto a sua ideia principal, que é de armazenamento e compartilhamento de arquivos na nuvem. 

O Google Drive possui resposta rápida tanto no download quando no upload de arquivos, sendo a melhor escolha caso você trabalhe com grande quantidade de envios ou recebimento de arquivos, por exemplo.  

Os serviços oferecidos pelo Google, no geral, possuem mais opções de acessibilidade e integração de serviços, tendo em vista a quantidade de ferramentas disponibilizada pela empresa no mercado digital. 

Por isso, a depender das necessidades da equipe e empresa, optar pelo G Suite, que é o pacote de aplicativos de produtividade e colaboração da Google é a melhor opção para a empresa e equipe. 

Videoconferências 

3. Zoom Meetings 

Com mais de 300 milhões de usuários no mundo, o Zoom é uma das ferramentas de videoconferência mais populares. Seu sucesso deve-se por sua funcionalidade estável em diferentes dispositivos, seja por navegador ou aplicativos. 

Com o Zoom Meetings, próprio para ambientes corporativos, é possível até 500 participantes e 10 mil expectadores no modo webinar, ou utilizar a função para participar somente através de ligação, por áudio. 

Durante as chamadas, é possível separar os participantes por salas e depois colocá-los de volta na sala principal, além disso, as chamadas podem ser gravadas na nuvem ou baixadas em arquivo formato MP4. 

O diferencial do Zoom é o compartilhamento das videochamadas com o Facebook e Youtube, o que certamente é um ponto positivo no caso de conferências e webinars, muito realizados durante a pandemia. 

4. Microsoft Teams e Google Meet 

Já falamos acima dos benefícios dos serviços do Google e Microsoft dentro do ambiente corporativo, e dentro dos pacotes de funcionalidades de ambos, contamos com a ferramenta de videochamada de cada empresa: o Meet and Teams, respectively. 

As duas funcionam tanto com aplicativos para celulares, ipad’s, tablet’s e computadores, como também é possível acessá-las através do navegador do seu PC, sem necessidade de baixar o programa. 

O Teams possui mais diversidade em suas funções, pois é possível criar salas de bate papo, equipes e canais, além de ser possível consultar o calendário de reuniões de dentro da ferramenta, funcionalidade não encontrada no Meet. 

Outros aplicativos como Asana, Salesforce, Trello, Power BI, Todoist, entre outros também estão integrados aos Teams, fazendo com que ele seja uma ferramenta mais completa para comunicação interna e colaboração online. 

Comunicação Interna 

5. Slack 

The Slack é uma das principais ferramentas de colaboração e comunicação empresarial e se tornou muito conhecida no meio profissional durante o trabalho remoto. 

Essa ferramenta de colaboração online permite a comunicação de funcionários de forma mais rápida e centralizada, diminuindo problemas com ruídos na comunicação interna. 

Com o serviço é possível criar grupos que permitem a troca de mensagens instantâneas, fazendo com que a ferramenta substitua o uso do WhatsApp pessoal dos funcionários, por exemplo. 

Além de ser muito intuitivo e visual, o Slack ainda conta com a integração com o Google Agenda, Google Drive, Trello e Microsoft 365, sendo assim, é possível realizar diversas tarefas sem precisar sair da plataforma. 

Gerenciamento de equipes e projetos 

6. Trello 

The Trello é um serviço de colaboração e gestão de projetos online, que utiliza o método Kanban (uso de cartões para acompanhar o andamento das tarefas), de forma muito simples, adaptável e intuitiva. 

Com a criação de diferentes quadros, é possível utilizá-lo de forma individual, para gestão de tarefas particulares, ou em equipe, tornando possível o acompanhamento prático das tarefas que envolvem todo o time. 

O serviço possui integração com o Slack, Adobe XD, Google Workspace, Teams, InVision, Evernote, Pomello, Telegram e outras dezenas de ferramentas que fazem do Trello uma ferramenta versátil e completa. 

7. Asana 

Criada para gerenciar a rotina dos funcionários do Facebook, a Asana também é uma ferramenta de gestão de projetos, times e tarefas mais conhecidas do mercado, que tem a função de facilitar o dia a dia e acompanhar a produtividade. 

Ainda que seja muito similar ao Trello, por também utilizar o método Kanban, com a Asana é possível gerar relatórios individuais de desempenho, em grupo ou de uma atividade específica, recurso não disponível na outra ferramenta. 

Apesar de ser uma ferramenta muito customizável, é preciso um pouco de dedicação para utilizá-la caso não tenha muita familiaridade com ferramentas de gestão de projetos, mas o esforço vale a pena! 

A Asana é a forma mais prática de automatizar tarefas repetitivas, analisar sua importância e decidir uma melhor maneira de concluí-las, além de também possuir integração com diversas outras ferramentas disponíveis no mercado. 

 

Escolha a melhor ferramenta de colaboração online para seu time 

Implementar o uso dessas ferramentas pode levar um tempo e encontrar um pouco de resistência, sendo assim, é necessário que a empresa faça algumas modificações organizacionais, visando a aderência da liderança e dos funcionários. 

Embora todas as ferramentas acima sejam muito eficientes naquilo que propõem, é importante verificar qual funcionará de forma eficaz com a sua equipe ou dentro da sua empresa, pois do contrário, elas mais vão atrapalhar do que ajudar. 

Foi isso o que mostrou uma pesquisa realizada pela Asana, que constatou que a maior parte do dia do trabalhador é gasta organizando seu trabalho, e isso porque as ferramentas de colaboração online estão sendo mal utilizadas. 

Por isso é necessário analisar com cuidado qual ferramenta será melhor para a gestão das tarefas da sua equipe, pois de outra forma, será mais um procedimento que será realizado pelo funcionário, e que ocupará o seu tempo de forma ineficaz. 

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The Great Resignation e as tendências de demissão em massa

 

The Great Resignation ou “A Grande Demissão” em tradução literal, diz respeito ao grande número de funcionários pedindo demissão nesses últimos dois anos, principalmente nos Estados Unidos. 

No “Microsoft 2021 Work Trend Index, índice sobre as condições de trabalho em todo o mundo, foi constatado que mais de 40% da força de trabalho global está considerando pedir demissão nos próximos anos. 

Mensalmente, o Bureau of Labor Statistics publica o relatório Jobs Openings and Labor Turnover, que detalha os números de aberturas de novas vagas, contratações de demissões nos Estados Unidos. 

No relatório de março de 2021, foi possível observar que a taxa de demissão foi mais alta nos setores de hospedagem e serviços de alimentação (cerca de 63 mil pedidos) e comunicação (cerca de 16 mil), o que indica que profissionais dessas áreas estão em busca de melhores condições de trabalho e garantias trabalhistas. 

De acordo com o Departamento de Trabalho do governo dos EUA, em abril de 2021, mais de 4 milhões de americanos pediram demissão. 

Esses índices se repetiram durante todo o ano de 2021, com milhares de pessoas saindo seus postos de trabalho. 

Algumas dessas demissões ganharam até mesmo vídeos para as redes sociais, com as filmagens do momento da renúncia, fazendo parte de um movimento social relacionado com o fenômeno de demissão em massa. 

O movimento ganhou tanta força e apoio, que a hastag #quittingmyjob conta com mais de 114 milhões de visualizações no TikTok, uma plataforma de compartilhamento de vídeos que também ganhou muita visibilidade durante a pandemia. 

Apesar do fenômeno ter ganhado força no último ano, não podemos atribuir esse comportamento como um efeito da pandemia, pois essas demissões voluntárias já eram notadas há pouco mais de uma década nos EUA. 

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O fenômeno, que já impactou milhares de pessoas nos EUA após a pandemia da Covid-19, também começou a tomar conta do mercado brasileiro, tendo em vista o grande número de pedidos de demissão registrados nos últimos meses. 

Aqui no Brasil, de acordo com a pesquisa realizada pelo Lagom Data, mensalmente, mais de 500 mil pessoas renunciaram aos seus empregos em 2021. É um número muito expressivo se formos levar em consideração o cenário atual do Brasil. 

Boa parte dos funcionários estão pedindo suas demissões, não sendo possível sacar o Fundo de garantia por tempo de serviço (FGTS), ou seja, estão preferindo abrir mão de receber valores devidos a permanecer em um ambiente que já não o satisfazem. 

Ainda existem os funcionários que fizeram acordos com as empresas, em conformidade com a Reforma Trabalhista de 2017, mas que ainda assim, decidiram pela rescisão de contrato ao invés de permanecerem em seus empregos. 

Durante esse período, muitas pessoas decidiram também abrir seus próprios negócios, tornando-se empreendedores, o que também pode contribuir para aumento significativo de pedidos de demissão. 

O que pode ocasionar uma demissão em massa? 

Embora não tenhamos acesso aos motivos pessoais que levam cada indivíduo a pedir demissão, podemos ter uma ideia das razões com base em algumas discussões atuais. 

O mesmo estudo da Microsoft mostrou que um em cada cinco entrevistados diz que seus chefes não se importavam com a saúde mental dos funcionários e não propunham limites saudáveis entre vida pessoal e profissional. 

Como resultado, muitos deles se viram emocionalmente esgotados e constataram que falta sensibilidade das empresas em perceber que a alta produtividade dos seus funcionários passou a ser nociva, levando-os à exaustão. 

Outro ponto que vale a pena ser mencionado é o retorno ao trabalho presencial, já que segundo a pesquisa Redefinindo os modelos de trabalho na América Latina”, realizada pela WeWork, 81% dos entrevistados demonstraram ter interesse em permanecer no regime híbrido de trabalho. 

Essa mesma pesquisa mostra que 14% dos entrevistados desejam o trabalho 100% remoto, enquanto apenas 5% demonstram interesse no retorno das atividades presenciais no cenário pós-pandemia. 

Esses números provam que as empresas precisam modificar suas políticas, pois do contrário, as chances de perderem talentos são grandes. 

Além da manutenção do modelo híbrido, o mercado pede por melhores condições de trabalho, valorizando um ambiente saudável, já que a Síndrome de Burnout acometeu inúmeras pessoas nos últimos anos. 

Essa procura por novos empregos pouco tem a ver com melhores salários ou benefícios, ainda que esses fatores também sejam sempre levados em conta. 

Mas a busca por novos desafios profissionais e objetivos é o que acaba pesando mais na escolha desses profissionais.  

As pessoas passaram a buscar empregos em que consigam se desenvolver mais, por isso buscam trabalhos em que sejam intelectualmente estimulados e com chances de crescimento profissional. 

Existem muitos fatores para serem levados em consideração no trabalho presencial, como estar ao lado dos seus colegas, as conversas no corredor, a pausa para o café, tudo o que torna um ambiente harmonioso e de colaboração. 

E tudo isso é perdido quando falamos do trabalho remoto. Então, ao serem retirados de seus ambientes físicos de trabalho, esses profissionais se viram cercados apenas por suas tarefas propriamente ditas e sem esses estímulos sociais, perceberam a necessidade de darem um passo a mais em suas carreiras. 

A situação em que o mundo se viu durante a pandemia, fez com que todos se perguntassem sobre seus propósitos de vida e quando as condições sociais começaram a melhorar com a vacinação, foi chegada a hora da decisão. 

Tudo isso tem como finalidade uma melhor qualidade de vida, pois durante o período de isolamento as pessoas experimentaram outro tipo de controle de suas vidas que antes eram ofuscadas pelo trânsito, estresse e a pressa do dia a dia. 

Todos passaram a buscar melhorias nos hábitos profissionais, porque agora com suas prioridades revistas, não faz mais sentido voltar para a mesma vida de antes. 

A rotina que antes parecia um malabarismo entre vida profissional, pessoal e lazer, passou a ser mais equilibrada e não pesando em apenas um lado da balança. 

E agora, sabendo de todos esses pontos, existe uma forma de impedir que a demissão em massa aconteça em sua organização? 

Retenção de funcionários 

Antes da decisão de rompimento de contrato, considerando o início da jornada do funcionário na empresa, é importante que a sua contratação também tenha sido efetiva, de modo que a pessoa possua alinhamento com a cultura organizacional. 

Deste modo, não haverá quebra de expectativa do funcionário com a empresa e vice-versa. Contratar talentos com o perfil da empresa é o primeiro passo para que o decorrer de sua jornada seja positiva. 

Porém, mesmo com a cultura alinhada, ainda é possível que em algum momento, haja desencontro de interesses por parte do funcionário e ele passe a se sentir desmotivado com o trabalho desempenhado ou com a empresa. 

Pensando nisso, já falamos aqui como a liderança influencia no desenvolvimento da equipe, e como os líderes também precisam se atualizar com as tendências, a fim de alcançar melhores resultados individuais e coletivos. 

De todo modo, é preciso que a cultura organizacional esteja preocupada em definir limites entre vida profissional e pessoal, para que a empresa não se transforme em um ambiente tóxico para nenhum funcionário, independente do cargo que ele ocupa. 

Investir na capacitação e aprimoramento dos seus funcionários também é um passo importante, que não só aumentará os resultados da empresa, como mostrará que ela acredita e aposta no seu potencial. 

Como falamos acima, os funcionários querem se sentir estimulados, úteis e contribuir com o futuro da organização, sabendo que terão oportunidades de crescimento ali dentro. 

Empregar um plano de desenvolvimento individual (PDI) para traçarem objetivos benéficos para organização e seus funcionários, também auxiliará na retenção de talentos, ajudando todos a saber quais serão os seus próximos passos. 

Caso você tenha notado durante o texto que sua organização pode ter alguns dos alertas citados, trace uma estratégia para lidar os principais indícios que podem levar profissionais a pedirem demissão. 

Utilizando softwares inteligentes na gestão de pessoas, será mais fácil identificar padrões e indicadores de insatisfação profissional, diminuindo a rotatividade dos seus funcionários e contribuindo para que a empresa mantenha seu nível de excelência. 

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E-leadership: saiba mais sobre essa nova tendência

 

Você nunca ouviu falar sobre e-leardership? Pois saiba que esse conceito está ganhando força no mercado de trabalho e pode ajudar a sua empresa a se modernizar e reter talentos. 

E-leardship, no sentido literal é liderança online, que nada mais é do uma forma de liderança baseada em recursos digitais. 

Tais quais videoconferências, compartilhamento online de documentos, softwares de acompanhamento de produtividade ou plataformas de comunicação interna, como o Slack, por exemplo. 

O objetivo dessa nova liderança é otimizar a relação entre líder e liderado, de modo que esse relacionamento seja mais dinâmico e flexível. 

O mercado de trabalho está mudando rapidamente, assim como quem o compõem, sendo assim, é necessário olhar para aqueles que hoje ocupam grade parte do mercado: os millennials. 

Esse grupo anseia por uma vida profissional que caminhe lado a lado com a modernização de processos, possibilitando mais liberdade no modo de trabalho. 

Então é preciso acompanhar as vontades e motivações deste público, já que ele compõe grande parte da força de trabalho disponível no mercado atual. 

Para que isso aconteça, além da liderança precisar trabalhar no desenvolvimento dos funcionários, não podemos nos esquecer que os líderes também precisam estar em constante evolução, pois seu desenvolvimento não pode ficar estagnado. 

Antes de nos aprofundarmos nesse assunto, vamos entender quem está por trás dessa mudança no mercado.  

Quem são os millennials?

Nascidos entre 1979 e 1995, os millennials, ou geração Y, são aqueles que cresceram rodeados de recursos tecnológicos, e que apesar de terem nascido em um mundo analógico, hoje possuem uma relação intrínseca com o meio digital. 

Esse público, com idades entre 26 e 40 anos, faz parte de uma cultura conectada através da internet e que preza pela praticidade em suas relações. 

Em razão de terem maiores oportunidades e fontes de informação, as suas ambições profissionais diferem da geração anterior, que possuía o pensamento de cravar raízes no seu ambiente de trabalho. 

A geração de 1946 a 1964, chamada de baby boomers, compreende aqueles que nasceram após o final da 2º Guerra Mundial, e por terem crescido nesse período, possuem pensamentos mais tradicionalistas, valorizando o equilíbrio profissional e financeiro. 

Essa geração já trilhou sua carreira profissional e está se encaminhando para a aposentadoria, logo, em pouco tempo não estará mais compondo a força de trabalho. 

Existe ainda a Geração X, dos nascidos de 1965 a 1979, que representa 26% do mercado de trabalho. Eles estão mais habituados aos meios digitais que a geração anterior. E em conjunto com os baby boomers, são os que atualmente lideram os millenials. 

Com os millenials tomando a frente da força de trabalho, as empresas devem olhar com atenção para essa geração. É nessa etapa que entra o e-leadership. 

Liderança tradicional x e-leadership 

A força de trabalho atual pode ser dividida entre três gerações: a dos baby boomers, a geração X e a dos millennials, sendo os dois primeiros os líderes e o último, os liderados, na grande maioria dos casos. 

Ainda assim, podemos separar os millennials dentro de dois grupos etários, pois há uma grande diferença em quem nasceu no início dessa geração, os chamados old millennials, para quem nasceu no final, os young millennials.  

Embora essa diferenciação deva ser considerada no que diz respeito ao consumo e outras práticas, quando falamos no âmbito profissional, esse grupo deve ser encarado com apenas um, o dos Millennials. 

Segundo pesquisa realizada pelo Itaú BBA, os millennials correspondem a 34% da população brasileira, sendo 50% da força de trabalho atual, com previsão de dominar 70% do mercado até 2030. 

Portanto, é necessário que as empresas estejam prontas para não só receber esses profissionais no time, mas para mantê-los também, afinal de contas, esses serão os líderes de amanhã. 

Diferentemente dos baby boomers, os millennials têm tendência a trocarem de emprego com maior facilidade, pois desejam se sentir conectados com o ambiente profissional que estão inseridos. 

Eles buscam se desenvolver profissionalmente e querem evoluir em suas carreiras, por isso, quando não encontram esse apoio na empresa, partem em busca de outras oportunidades.  

Neste sentido, a liderança desse grupo deve se estar atenta às mudanças mercadológicas, pois do contrário, esses profissionais estarão desmotivados e em questão de tempo, trocarão de emprego. 

As gerações anteriores trabalhavam sob condições mais fechadas, como por exemplo: trabalho 100% presencial, necessidade de bater o ponto diariamente, além da hierarquia vertical, em que possuíam pouco ou nenhum poder de decisão. 

Além disso, os processos e tarefas do dia a dia não eram tão pautados no uso de tecnologias e eles foram inserindo-as em seus ambientes profissionais de forma lenta, conforme a necessidade os obrigavam. 

No caso dos millennials, eles demonstram preferir ambientes de trabalho mais flexíveis, que os deixem optar por seus horários de trabalho e mais inclinados ao trabalho remoto ou híbrido. 

Outro ponto é que por terem mais familiaridade com o ambiente digital, 33% dos millennials são os primeiros a testar e adotar novas tecnologias, pois o uso desses artifícios são parte integrada no seu dia a dia. 

Além disso, prezam por locais de trabalho com o modelo de hierarquia horizontal, pois desejam participar das decisões, que passam a ser tomadas no coletivo, e com isso, sentem-se parte do todo e ajudam a inovar a empresa. 

Os líderes desse grupo devem se atentar, não somente às características acima, mas a também moldarem a empresa se acordo com as tecnologias disponíveis, pois a tendência é que apareçam novos recursos digitais a cada dia. 

Utilizar ferramentas e colaboração online faz com que o time compartilhe experiências e ajudem uns aos outros, mostrando maior entrosamento, e isso reflete diretamente no clima organizacional. 

Fazer uso de ferramentas de gerenciamento de projetos, por exemplo, também facilita na comunicação e é possível fazer com que toda a equipe saiba o que está sendo feito, o que necessita de aprimoramento e também saibam quais tarefas já foram realizadas. 

Já para as reuniões por vídeo, que se tornaram parte da rotina de muitos trabalhadores no último ano, podemos contar com plataformas de criação de diagramas ou mapas mentais colaborativos, e claro, de forma online. 

Serviços que possuem armazenamento na nuvem também podem ser úteis e vantajosos para todos, pois o acesso por notebooks, e principalmente smartphones facilitam o acesso. 

E é nesse sentido que as gerações anteriores precisam estar atentas para lidar com os millennials, pois muitas dessas ferramentas online já fazem parte do cotidiano desses funcionários. 

Dessa forma, trazê-las para o ambiente profissional demonstrará que a empresa está em conformidade com o que há de mais atual no mercado, além de acompanhar uma necessidade do mundo moderno. 

Afinal de contas, ninguém quer trabalhar em um local que está parado no tempo, sem olhar para o futuro dos profissionais e do mercado de trabalho. 

Por fim, o que visam essas ferramentas e serviços, é o engajamento e participação dos funcionários, que mesmo trabalhando à distância, necessitam de acompanhamento, por isso a necessidade do e-leadership nas empresas. 

Benefícios da e-leadership 

Agora você já entendeu o que é e-leadership e a importância de tê-la na sua empresa, mas você já pensou nos benefícios que isso pode trazer para seu time? Veja alguns: 

  • Funcionários que tenham liberdade no ambiente profissional, seja para escolher o melhor lugar ou horário para trabalhar, realizam suas tarefas de forma mais segura, pois entendem o período em que são mais produtivos. 
  • Com entregas mais eficientes, o time se sente mais motivado e engajado, aumentando o rendimento individual e da equipe, o que traz benefícios para a liderança e a empresa de forma geral. 
  • Um time com mais autonomia, se torna mais confiante para participar e colaborar com novas ideias, pois se sente inserido em processos de tomada de decisão e planejamento.  

Todas essas ações ajudam a potencializar as competências dos colaboradores e também a diminuir a taxa de REDUCTION, pois é possível reter talentos seguindo as tendências de mercado. 

A base principal para a aplicação do e-leadership é a tecnologia, então o RH que compreende que processos eletrônicos são mais rápidos e flexíveis, além de facilitadores no gerenciamento de pessoas, sai na frente dos demais que não estão olhando para isso. 

Utilizar softwares de recrutamento e seleção, avaliação de desempenho ou performance, por exemplo, posiciona sua empresa de melhor forma no mercado de trabalho, pois é possível comprovar a satisfação dos funcionários por meio dessas ferramentas. 

Por essa razão, não deixe de conhecer o Cognitive RH! 

Um software completo que contribuirá para um RH mais estratégico e que mostra que sua empresa está em harmonia com o que há de mais novo no mercado.