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Síndrome de Burnout: saiba mais sobre essa doença ocupacional

 

A Síndrome de burnout ou Síndrome do esgotamento profissional é um distúrbio emocional causado por exaustão extrema e estresse crônico provocados pelo ambiente de trabalho, conforme já tratamos nesse post sobre suas causas e efeitos. 

Atualmente, o burnout não se restringe somente a profissionais da saúde, professores e policiais, como era há alguns anos, mas antes mesmo da pandemia já podíamos notar um aumento de casos de burnout em ambientes corporativos. 

O debate sobre esse transtorno se faz cada vez mais necessário, pois ele atinge milhares de pessoas no mundo inteiro, sendo que o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking dos países que mais sofrem com a síndrome de burnout, conforme publicado pelo International Stress Management Association (Associação Internacional do Controle do Estresse). 

Porém, em um país com uma taxa de desemprego que atinge 11,9 milhões de brasileiros, segundo o IBGE, é uma tarefa complicada, pois se de um lado existe uma situação de extremo estresse, o outro lado pode significar não estar empregado. 

E uma das causas da síndrome de burnout também é o medo do desemprego, sendo assim, são sentimentos conflitantes por parte do empregado, que entende que o ambiente do trabalho está sendo nocivo, ao mesmo tempo em que tem medo de perder o emprego. 

Em uma entrevista para o podcast Entrementes, do portal Drauzio Varella, a psicóloga Silvia Cury Ismael, gerente de serviço de Psicologia do Hospital do Coração (HCor- SP), classificou o burnout em quatro fases, sendo elas: 

  1. Alerta: o trabalhador percebe que está estressado, mas sente que é possível contornar a situação 
  2. Resistência: a pessoa compreende os eventos que desencadeiam períodos de estresse, mas ainda possui recursos internos para lidar  
  3. Pré-exaustão: fase aguda dos sintomas 
  4. Exaustão: esgotamento completo dos recursos internos, emocionais e racionais. 

Na última fase, o cérebro atinge seu limite e paralisa diante de situações, e existem relatos de pessoas que sofrem até mesmo de apagões nesses momentos. O cérebro parece parar de responder e “pifa”. 

Além disso, ela relatou a existência de um novo fenômeno, que acontece no mundo inteiro e é chamado de “fadiga por compaixão”. 

Nessa situação, o empregado se sente extremamente ligado ao seu trabalho, é muito exigente consigo mesmo e deseja demonstrar que é um bom funcionário, que se esquece dos seus limites e abandona a si mesmo. 

Podemos notar esse comportamento em locais de muita competitividade e de lideranças tóxicas, em que não existe um acompanhamento da rotina dos funcionários e o RH não sabe ao certo se o ambiente é propício para o bem-estar dos funcionários. 

Existem ainda alguns casos em que a cultura da empresa precisa ser reavaliada, pois é ela que dá margem para que esses comportamentos continuem e sejam endossados. 

Ou seja, existem ambientes profissionais em que é comum trabalhar com muita pressão, competividade, prazos curtos e altas demandas e não há qualquer alusão de práticas mais saudáveis, então entram e saem funcionários da empresa e a conduta continua a mesma. 

Saiba mais sobre o assunto com nosso e-book completo:

O que o departamento de Recursos Humanos deve fazer? 

Primeiro, é importante que a empresa tenha uma cultura de conscientização, pois se a síndrome de burnout é um transtorno ocupacional, é importante que a organização esteja preparada para lidar com essa situação, caso ela venha a aparecer. 

Em uma pesquisa realizada pela Mindsight, 83% dos entrevistados disseram que a empresa em que trabalham ou trabalharam não possuem ações voltadas para o combate da síndrome de burnout, conforme gráfico a seguir: 

Pesquisa Mindsight
Pesquisa Mindsight – Ações para combater a síndrome de burnout

 

Em contrapartida, 87% das pessoas disseram que gostariam que a empresa disponibilizasse um serviço para acompanhamento psicológico para os funcionários. 

Com isso, concluímos que existe a preocupação dos trabalhadores de encontrar suporte dentro daquele ambiente e esse não é um número que podemos ignorar. 

A empresa precisa influencer os funcionários a encontrem o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, mas também fazer um acompanhamento para verificar se todos os setores e lideranças estão seguindo com o recomendado. 

Se formos considerar o modelo híbrido de trabalho, alguns funcionários podem encontrar ainda mais dificuldade de saber separar as duas coisas, pois é possível que eles se percam na rotina por falta de organização, de imposição de limites e horários. 

Além disso, é preciso que todos da empresa estejam cientes que devemos respeitar a carga horária diária e horários após o expediente, que devem ser utilizados sempre para descanso e lazer. 

O primeiro passo para que os funcionários não desenvolvam esse transtorno é estabelecer limites entre esses dois âmbitos da vida, pois a vida profissional depende da pessoal e vice-versa. 

Pelo debate recente, as pessoas têm compreendido que sem saúde emocional, é impossível seguir com a profissional, e elas têm demonstrado que vão priorizar o bem-estar acima da vida corporativa. 

E as empresas devem encorajar essa atitude, pois no final das contas, funcionários saudáveis e satisfeitos com seus empregos tem menos chances de saírem de seus empregos, seja por burnout ou outras questões. 

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Testes Mindsight: Fit Cultural e Recrutamento e seleção 

 

 

The Fit cultural é o grande aliado do time de gestão de pessoas no momento de contratar novos funcionários para a empresa. 

Uma pessoa que demonstra estar alinhada com os valores e missão da organização tem muito mais chances de performar melhor e permanecer por mais tempo na empresa.  

Em resumo, o funcionário se sente satisfeito profissionalmente. 

Por isso é importante que a empresa tenha uma organizational culture bem definida e que os funcionários contratados a ponham em prática no seu dia a dia, e isso vale também para o processo de recruitment and selection process. 

Já na divulgação da vaga, é importante que além das atribuições para o cargo, a empresa ocupe-se de falar um pouco sobre a organização e seus valores, pois será nesse primeiro momento que o candidato poderá analisar se ele está de acordo com o que está sendo dito. 

É importante ressaltar que se a organização possuir uma organizational culture sólida, com o passar do tempo, ela será lembrada por permear os seus valores e sua missão, independente do canal em que ela está usando para se comunicar. 

Dessa forma, recomendamos que o teste de fit cultural seja o primeiro filtro do processo seletivo, pois caso o candidato possua um bom fit com a empresa, mas não tenha com a vaga, ele poderá ser alocado em outro setor, por exemplo. 

Porém, quando o fit cultural é baixo, mas o fit com a vaga é alto, as chances desse funcionário ficar insatisfeito e pedir demissão, são altas. 

 

Testes Psicométricos da Mindsight 

A psicologia é uma ciência que estuda o comportamento humano e seus constructos, sendo assim, a psicologia usa métodos científicos para avaliar essas características não tangíveis.  

Já a psicometria é uma área da Psicologia que faz uso de estatísticas, desta forma, são atribuídos números aos atributos psíquicos, auxiliando na padronização de resultados e permitindo a comparação de diferentes respostas. 

Para isso usamos psychometric tests, que são testes de aptidão, aplicados através de um sistema de software cognitivo, que medirá a capacidade e personalidade dos candidatos de uma forma menos enviesada. 

Esses testes psicométricos auxiliam a eliminar os “achismos” e fornecem resultados reais e com precisão das características dos candidatos. 

Você pode saber mais sobre outros tipos de testes nesse post. 

 

Teste de Fit Cultural na Mindsight 

Conforme mencionado, nós aconselhamos que o teste de fit cultural seja o primeiro filtro do processo seletivo, afinal de contas, você consegue capacitar um funcionário para a vaga, mas não consegue fazer uma pessoa partilhar da mesma cultura que a empresa. 

A Mindsight utiliza a metodologia “Organizational culture profile” (OCP), desenvolvida por O’Reilly, Chatman & Caldwell, em 1991, que utiliza como base o mapeamento cultural da empresa por meio de perguntas de prioridades no ambiente de trabalho. 

Esse teste visa analisar o que o candidato valoriza no cotidiano de uma organização e comparar com os resultados que a sua empresa forneceu sobre o dia a dia dela. 

Então o primeiro passo é analisar a cultura organizacional da empresa em questão e mapeá-la, após isso aplicamos um teste com os candidatos que funciona da seguinte maneira: 

  • 1ª etapa: Escolha 12 entre 33 frases sobre diferentes comportamentos em um ambiente de trabalho que você mais valoriza 
  • 2ª etapa: Ainda sobre o que o candidato mais valoriza, ele deve escolher 6 entre as 12 frases 
  • 3ª etapa:  Dessas 6 frases, escolher as duas que mais prioriza  
  • 4ª etapa: Nessa última etapa, o candidato deve fazer o mesmo procedimento acima, sendo que desta vez, deverá escolher as opções que ele menos prioriza dentro de um ambiente de trabalho. 

Para saber quais são as características mais valorizadas pela empresa, nós aplicamos esse mesmo teste com os funcionários que são referência de cultura da organização. 

E é a partir desse resultado, que usamos como base para saber quais candidatos tem ou não fit cultural com a empresa. As notas são divididas da seguinte forma: 

  • Notas acima de 75: excelente nível de concordância e prioridades 
  • Notas de 65 a 74: nível alto de concordância 
  • Notas entre 55 e 64: nível médio-alto de concordância 
  • Notas entre 45 e 54: nível médio de concordância 
  • Notas entre 36 e 44: nível médio-baixo 
  • Notas de 0 a 35: prioridades diferentes entre candidatos e empresa 

Ou seja, caso o candidato tenha um fit acima de 45, entendemos que ele possui um bom grau de concordância com a cultura da organização e as chances dele se adaptar à empresa são muito boas. 

Notas acima de 75 pontos podem acontecer, mas em menor escala. 

As notas abaixo de 45, significam que o candidato e a empresa são compartilham dos mesmos valores e, portanto, caso ele venha a obter um cargo na empresa, as chances de insatisfação pessoal e profissional não tardarão a aparecer. 

Em razão desses pontos, frisamos a importância de primeiro analisar o fit cultural, pois cultura não se ensina, mas habilidades técnicas e conhecimento sim. 

Deste modo, um candidato com bom fit cultural, mesmo que não tenha competências técnicas para a vaga, poderá ser recrutado para outro setor, em uma oportunidade futura, por exemplo. 

O mesmo não acontece com um funcionário que não possui um bom fit cultural, mas possui as habilidades técnicas para realizar o trabalho. 

Sendo ele selecionado para o cargo, saberá desenvolver suas tarefas cotidianas, mas em pouco tempo se mostrará insatisfeito com procedimentos internos, pois seus valores são incompatíveis com os da empresa. 

 

Testes de personalidade: Comparando metodologias 

Os Personality tests são utilizados durante o processo de recrutamento e seleção e temos muitas metodologias disponíveis para construir esses testes. 

Conheça um pouco mais sobre três metodologias disponíveis no mercado: 

 

Big Five 

Além da OCP, que utilizamos para os testes de fit cultural, a Mindsight utiliza a metodologia do Big Five para os testes de personalidade, que possui muitos estudos científicos comprovando a sua eficácia, logo, sendo a mais confiável para testes de personalidade. 

Essa metodologia afirma que podemos analisar a personalidade de um indivíduo através de cinco fatores principais, sendo eles: 

  • Abertura: pessoas adeptas a uma rotina, pessoas práticas vs. imaginativas, espontâneas 
  • Conscienciosidade/ Meticulosidade: pessoas impulsivas, desorganizadas vs. disciplinadas, cuidadosas 
  • Extroversão: perfil reservado, atencioso vs. sociável, amante da diversão 
  • Agradabilidade/ Amabilidade: perfil suspeito, não cooperativo vs. confiante, útil 
  • Neuroticismo: pessoas calmas, confiantes vs. ansiosas, pessimistas 

Como é uma das metodologias mais confiáveis e aceitas pela psicologia atualmente, utilizar o Big Five é um grande acerto para o seu processo se recrutamento e seleção de pessoas. 

O Modelo dos Cinco Grandes (Big Five)

 

D.I.S.C 

Essa metodologia foi baseada nos estudos do psicólogo Willian Moulton Martson, conhecida como D.I.S.C, que contempla as seguintes características: 

  • Dominante: pessoas objetivas, responsáveis, decididas, focadas nas tarefas e orientada por resultados. Comumente vistas como dominadoras, possuem perfil de liderança 
  • Influente: pessoas animadas e entusiasmadas, que gostam de estar no centro da ação. Prezam pelo reconhecimento e possuem foco nos relacionamentos 
  • Estável: Pessoas com personalidade calma, pacatas, de ritmo lento e são mais orientados para as pessoas. Valorizam um ambiente sem conflitos e harmonioso. 
  • Cauteloso: Pessoas persistentes, analíticas, independentes e organizadas. Preferem trabalhar isolados, com foco em precisão e alto padrão. Também possuem perfil mais lento e com foco em suas tarefas 

Ou seja, os testes que utilizam a metodologia D.I.S.C., vão medir de que forma o perfil do candidato é transposto em uma conduta externa passível de observação. 

 M.B.T.I. 

Diferente dos testes D.I.S.C., que são mais simples e objetivos, o teste de MB..T.I. ou tipologia de Myers-Briggs, é um pouco mais complexo e demanda mais tempo. 

Apesar disso, muitos especialistas não o julgam como confiável ou eficiente, em razão de insuficiência científica. 

Por meio desse teste, são definidos 16 tipos diferentes de personalidade, levando em consideração pontos fortes e fracos dos candidatos, características, preferências e potenciais. 

Em resumo, esse teste analisa características internas do candidato. e apesar de muito acessível e de interface amigável, não é a melhor opção disponível atualmente. 

Metodologia MBTI

 

Confiabilidade dos testes 

Todos os testes mencionados acima, utilizam uma inteligência artificial para serem aplicados, e como toda AI, elas são alimentadas por dados que nós humanos inserimos nela. 

Portanto, é importante destacar que nenhuma AI está isenta de erros durante sua aplicação, mas através de testes, implementação, de saber o que a empresa precisa e a melhor forma de moldá-la, esses erros se tornam raras exceções. 

A Mindsight conta com um time capacitado para certificar que o RH esteja utilizando a ferramenta na totalidade do que ela oferece, garantindo que a experiência para empresa e candidato sejam positivas. 

E se, eventualmente, algo caso não saia como o planejado, estamos preparados para fornecer o suporte necessário para contornar a situação, de maneira a garantir a efetividade do processo seletivo, de modo que nenhuma das partes saia prejudicada. 

De fato, utilizar uma AI no seu processo seletivo elimina pilhas de currículos impressos ou uma caixa de entrada cheia de PDF’s para analisar, mas é importante utilizá-la da forma correta para que a etapa de recrutamento e seleção aconteça da melhor forma. 

Afinal de contas, o propósito da existência desses testes é facilitar a gestão de pessoas e não ser parte do problema. 

Conheça agora mesmo nossa solução para recruitment and selection process, que possui a melhor metodologia de inteligência artificial disponível no mercado. 

 

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The great reshuffle: o novo movimento do mercado de trabalho

 

O termo the great reshuffle pode ser traduzido como “a grande reorganização” e diz respeito as mudanças no mercado de trabalho após a great resignation, tema que já tratamos nesse post. 

A great resignation trouxe muitas mudanças para o mercado de trabalho, se antes os trabalhadores tinham receio de sair de seus empregos, o sentimento hoje mudou, pois eles compreendem que têm o poder de escolha em suas mãos. 

Ainda que o mundo não tenha se reerguido completamente após a pandemia e com a taxa de desemprego ainda em alta (no Brasil são 12 milhões de desempregados, segundo o IBGE), muitos trabalhadores saíram de seus empregos por livre escolha. 

As empresas notaram que para manter os seus funcionários ou realizar novas contratações, é necessário analisar as novas exigências do mercado de trabalho e se adaptarem a elas. 

E são essas adaptações que chamamos de great reshuffle. 

O que é a Great Reshuffle? 

Se a grande demissão foi o movimento em que muitas pessoas saíram de seus empregos, independente de outra oportunidade a vista ou não, durante a great reshuffle os funcionários planejam melhor seus próximos passos profissionais. 

Não é difícil abrir o Linkedin e notar declarações de funcionários que pediram demissão de seus empregos e optaram por uma empresa que prioriza o trabalho remoto, que tem faixa salarial condizente com o cargo e mercado, além de melhores benefícios. 

E tudo isso está relacionado com as descobertas após a great resignation, pois foi a partir dela que as pessoas passaram a desejar equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e agora cabe às empresas realizarem esses ajustes solicitados. 

As organizações que estão se atentando para a great reshuffle e incorporando novas tendências dentro de suas culturas, acabam por contratar os melhores talentos disponíveis no mercado, pois são eles que têm a decisão final. 

Segundo Anthony Klotz, professor da Texas A&M University, nos EUA e criador do termo “grande demissão”: 

“As pessoas estão encontrando empregos que lhes dão o salário certo, benefícios e acordos de trabalho a longo prazo”. 

 

Sendo assim, eles vão optar por fazer parte de uma empresa que está em conformidade com as tendências atuais, como por exemplo trabalho remoto, horários flexíveis, semanas de trabalho de quatro dias, remuneração entre outras. 

Estamos vivenciando um momento divisor de águas tanto para as empresas quanto para os trabalhadores, que encontraram na great reshuffle o apoio necessário para solicitarem melhores condições de trabalho, que era desejo de muitos há muito tempo. 

Como a great reshuffle mudou o mercado 

Basta uma rápida busca em sites de recolocação profissional, como o Linkedin, por exemplo, para que você verifique que as vagas de emprego estão se adaptando, mesmo que aos poucos, a esses novos moldes. 

Um dos elementos que comprova muito bem isso é o aumento de vagas para trabalhos remotos, ou híbridos, pois os millennials, principalmente, desejam flexibilidade tanto sobre local, quanto ao período em que eles poderão trabalhar. 

Benefícios como convênio médico, seguro de vida ou cartão alimentação, por exemplo, deixaram de ser atrativos nas vagas e outros benefícios e facilidades foram incorporadas na empresa. 

Uma pesquisa realizada pela Robert Half aponta algumas dessas tendências. Confira: 

  • Trabalho remoto ou híbrido 
  • Anywhere work (traduzinho: trabalhe de qualquer lugar) 
  • Folgas remuneradas 
  • Semana útil de quatro dias 
  • Licença parental remunerada 
  • Descontos para funcionários 
  • Horário flexível 
  • Plano de carreira 
  • Programa de Partnership
  • entre outros 

Um dos benefícios que passamos a encontrar com mais facilidade agora, além de descontos em academias ou Gympass, por exemplo, é a assistência psicológica, que se mostrou muito necessária e procurada pelas pessoas durante a pandemia. 

Enquanto essas reorganizações são feitas, o mercado passa por certa instabilidade até se acomodar por completo, afinal de contas, tudo ainda é muito novo para todos.  

As pessoas e empresas estão descobrindo o que funcionam para elas ao mesmo tempo em que testam essas novidades, ou seja, é um momento de transição para ambos. Segundo Klotz: 

“Podemos ver um mercado de trabalho instável à medida que as pessoas se deslocam e as empresas tentam fornecer soluções que extraiam o melhor de seus funcionários – e isso leva um tempo.” 

 

 

A great reshuffle também trouxe mudanças para as mulheres, pois como apontou Karin Kimbrough, Economista Chefe do Linkedin, nessa entrevista, muitas delas aproveitaram esse momento para realizarem novos acordos de trabalho ou voltarem para o mercado. 

Essas mulheres, que durante a pandemia se dividiram com a incerteza do mercado de trabalho para o público feminino, também estavam lidando com os filhos em tempo integral em casa e tarefas domésticas, viram na great reshuffle um momento para realizarem melhores escolhas profissionais. 

Kimbrough também apontou que são as mulheres que estão realizando mudanças mais rápidas que os homens em se tratando de suas carreiras, pois elas estão remodelando os termos de contratos de forma que melhor as satisfaçam. 

Além de todos os pontos positivos para todos os trabalhadores em geral que podemos apontar, esse avanço para o público feminino é um sinal muito favorável que a great reshuffle trouxe para o mercado. 

O que podemos esperar de todas essas mudanças, é que tragam melhorias significativas para os funcionários, pois os nossos hábitos profissionais já não eram mais saudáveis e estavam sendo os principais motivadores da síndrome de burnout, por exemplo. 

Já para as empresas, é possível analisar pelo lado positivo de que, os funcionários que permanecem em seus cargos ou que estão sendo contratados estão de acordo com as suas políticas internas. 

Ou seja, como são esses profissionais que detém o poder de escolha sobre qual o melhor ambiente profissional para estarem, as chances de ser uma trajetória de sucesso para ambos é grande.

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Como um sistema integrado traz benefícios para a gestão de pessoas

 

Um sistema integrado é seu principal aliado no gerenciamento de capital humano, pois é necessário entender métricas individuais de forma única. 

Trabalhar com diversos sistemas dificulta a sincronicidade das informações e faz com que tarefas sejam concluídas de forma mais demorada. 

Usar um sistema integrado é uma solução inteligente para a organização, pois facilita o acesso as informações e de forma rápida e eficaz, além de reduzir custos para a empresa. 

Se você não sabia dessas informações, acompanhe esse post e fique por dentro desse assunto e de como ele poderá te ajudar no dia a dia. 

Sistema integrado: o que é? 

Um sistema integrado nada mais é do que a junção de dois ou mais serviços em um único software, que de forma objetiva e interativa, reúnem informações que podem ser compartilhadas e gerenciadas de forma mais eficiente. 

Ao utilizar mais de um sistema para a realização de tarefas, cabe ao profissional compilar algumas informações e toda tarefa manual é passível de erro, afinal de contas, nenhum ser humano está isento disso. 

Porém, ao utilizarmos um sistema integrado, é a tecnologia que reúne essas informações em um só lugar e através de um sistema cognitivo e inteligente, as falhas são minimizadas. 

Confira alguns dos benefícios trazidos pela utilização de um sistema integrado: 

  • Mobilidade e flexibilidade de informações 
  • Increased productivity  
  • Precisão na tomada de decisão 
  • Redução de custos 
  • Comunicação efetiva 
  • Rapidez em obter resultados e informações 
  • Monitoramento individual 

Agora que você sabe quais as vantagens de utilizar um sistema integrado, entenda como ele funciona na prática. 

Como funciona um sistema integrado? 

Imagine que você possua um sistema para ver folhas de pagamento, outro para folhas de ponto, um para and rewards, um para performance appraisal, um para pesquisa de clima e assim por diante… 

De que forma utilizar diversos sistemas facilita o seu dia a dia? A resposta é: não facilita! Muito pelo contrário. 

Utilizar diversas ferramentas faz com que você busque as informações de forma fragmentada e depois ainda tenha que reuni-las para analisá-las na sua totalidade. 

Isso faz com que você perca muito tempo em tarefas que você realiza diariamente, afetando diretamente a sua produtividade, que poderia ser aplicada de outra forma, em outras tarefas ou procedimentos. 

Uma coisa que devemos entender e levar em consideração é que 

As pessoas são uma só! 

Isso significa que você vai buscar partes das informações sobre o mesmo funcionário em vários sistemas diferentes, quando cada funcionário é uma só pessoa, e por mais óbvio que isso possa parecer, é o que muitas empresas fazem. 

Imagine que você possua cinco sistemas diferentes para gestão de pessoas e que você deseja verificar a avaliação de desempenho de um funcionário, bem como o seu histórico salarial e o seu plano de desenvolvimento individual (PDI). 

Apenas nesse caso hipotético, será necessário checar em três sistemas diferentes as informações sobre um único funcionário. 

Mesmo uma empresa de pequeno porte, realizar essas tarefas diariamente para cada funcionário, além de pouco prático, atua diretamente na produtividade e entregas do funcionário que atua no time de RH. 

Sendo assim, fazer uso de um sistema integrado não só auxilia no dia a dia de quem deve desempenhar essas funções, como faz com que esse funcionário ganhe tempo para realizar outras tarefas necessárias para a gestão de pessoas. 

Além das facilidades apresentadas, utilizar um sistema integrado também reduz custos para a empresa, pois se trata de uma única solução (e um só fornecedor) para diversas demandas diferentes. 

Sistema integrado para a gestão de pessoas 

The Cognitive HR Software, desenvolvido pela Mindsight, é um sistema integrado para gestão de pessoas que oferece diversos recursos em um só espaço, fazendo com que a equipe de RH trabalhe de forma mais integrada e estratégica. 

Desta forma, você poderá ter acesso, em um único local, às informações de cada funcionário e da equipe, contendo dados sobre trajetória profissional, remuneração, performance, horas extras, desenvolvimento e até alertas de turnover, por exemplo. 

E um sistema integrado poderá te auxiliar nos procedimentos envolvendo o recruitment and selection process de pessoas, através de testes de recrutamento and psychometric tests que auxiliam para tomada de decisão afirmativa. 

Afinal de contas, com as inúmeras candidaturas recebidas para uma única vaga, fica difícil para o recrutador avaliar corretamente os currículos recebidos, então um software para seleção de pessoas realiza essa tarefa de forma rápida e eficaz. 

Além disso, é possível eliminar certos vieses que podem ocorrer durante um processo de seleção de candidatos. 

E é também através desses testes que é possível avaliar o fit cultural do candidato com a empresa, uma etapa que se mostrou crucial para que relacionamento do funcionário com a empresa e vice-versa seja positivo e duradouro. 

Através de todas essas funcionalidades, o trabalho cotidiano do time de gestão de pessoas será otimizado e se mostrará muito mais eficaz no compilamento de dados e informações. 

E por meio de informações baseadas em dados, métricas e estatísticas, é possível monitorar o funcionário e dar melhores direcionamentos para a liderança, de modo a alertar, prevenir e solucionar situações. 

Ficou curioso e quer saber mais sobre sistemas para RH? Não deixe de conferir esse post no blog. 

Conheça nossa solução integrada e agende uma conversa com um de nossos especialistas agora mesmo!